Crônicas do Motta
Estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desmonta uma das principais teses de tucanos e pefelistas, repetida à exaustão como forma de crítica ao governo Lula: a de que o Estado brasileiro é inchado.
Segundo esse levantamento, o Brasil tem menos servidores, como proporção do total de trabalhadores ocupados, que todos os parceiros do Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai), Estados Unidos, França, Espanha, Alemanha, Austrália, Dinamarca, Finlândia e Suécia.
"Mesmo nos Estados Unidos, a mais importante economia capitalista, caracterizada pelo seu caráter privatista e pelo seu elevado contingente de postos de trabalho no setor privado, o peso do emprego público chega a 15% dos ocupados", aponta o estudo, intitulado Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução Recente.
O Brasil tinha em 2005 um total de 10,7% de seus trabalhadores ocupados no setor público. Em 1995, esse percentual era de 11,3%. O Canadá tem um índice de 16,3%, e a Austrália, de 14,4%. O país com maior proporção de funcionários públicos é a Dinamarca: 39,2%,
Segundo o Ipea, não há razão para se afirmar que o Estado brasileiro seja inchado por um suposto excesso de funcionários públicos. A pesquisa revela que o atual contexto de crise, em especial, é justamente o momento para se discutir o papel que pode assumir o emprego público na sociedade brasileira.
Uma discussão que, obviamente, os insígnes representantes de PSDB e PFL não gostariam de fazer, já que, para eles é mais cômodo persistir na mentira.
Carlos Motta
Estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desmonta uma das principais teses de tucanos e pefelistas, repetida à exaustão como forma de crítica ao governo Lula: a de que o Estado brasileiro é inchado.
Segundo esse levantamento, o Brasil tem menos servidores, como proporção do total de trabalhadores ocupados, que todos os parceiros do Mercosul (Argentina, Uruguai e Paraguai), Estados Unidos, França, Espanha, Alemanha, Austrália, Dinamarca, Finlândia e Suécia.
"Mesmo nos Estados Unidos, a mais importante economia capitalista, caracterizada pelo seu caráter privatista e pelo seu elevado contingente de postos de trabalho no setor privado, o peso do emprego público chega a 15% dos ocupados", aponta o estudo, intitulado Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução Recente.
O Brasil tinha em 2005 um total de 10,7% de seus trabalhadores ocupados no setor público. Em 1995, esse percentual era de 11,3%. O Canadá tem um índice de 16,3%, e a Austrália, de 14,4%. O país com maior proporção de funcionários públicos é a Dinamarca: 39,2%,
Segundo o Ipea, não há razão para se afirmar que o Estado brasileiro seja inchado por um suposto excesso de funcionários públicos. A pesquisa revela que o atual contexto de crise, em especial, é justamente o momento para se discutir o papel que pode assumir o emprego público na sociedade brasileira.
Uma discussão que, obviamente, os insígnes representantes de PSDB e PFL não gostariam de fazer, já que, para eles é mais cômodo persistir na mentira.
Carlos Motta
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