Os racistas israelenses estão vendo em Obama mais qualidades que eu: chamá-lo de antissemita e "odiador de judeus" é sinal que algo de bom ele vem fazendo pelas vítimas do terrorismo de Estado israelense.
Se você não aceitar as idéias deles, automáticamente você se torna antisemita/ nazista/ qualquer outro adjetivo antijudeu. Malditos Sionistas revisionistas...
A postura de Obama tem sido correta, e dentro daquilo que se pode esperar de um país e governo como o dos Estados Unidos.
Ao dizer que os Palestinos tem direito ao seu país (Estado) e que os assentamentos israelenses são inaceitáveis, Obama deu um passo importante na direção de fazer justiça e encontrar um caminho de menos conflito naquela região.
Vejo a situação no Oriente médio com muita preocupação e ceticismo: Israel e Irã escolheram, cada um, os menos indicados para se chegar a alguma forma de entendimento justo.
Netanyahu e Ahmadinejad não parecem ser as pessoas mais indicadas para cessar os banhos de sangue.
Acredito nas intenções de Obama, mesmo enfrentando as forças de direita e de extrema-direita norte-americanas. Infelizmente, (ou felizmente?) não sei se os EUA de hoje têm o mesmo poder de pressão de antigamente.
Na minha opinião a extrema-direita se encontra em pleno período de desafiante crescimento, tanto no Brasil, quanto nos EUA ou na Europa.
Posso ser considerado paranóico, mas ou a esquerda reconhece seu principal inimigo, hoje, ou corremos o risco de retornarmos a uma era que julgávamos sepultada para sempre.
Incluir Obama entre os inimigos da esquerda não me parece uma decisão saudável.
4 comentários:
Se você não aceitar as idéias deles, automáticamente você se torna antisemita/ nazista/ qualquer outro adjetivo antijudeu. Malditos Sionistas revisionistas...
A postura de Obama tem sido correta, e dentro daquilo que se pode esperar de um país e governo como o dos Estados Unidos.
Ao dizer que os Palestinos tem direito ao seu país (Estado) e que os assentamentos israelenses são inaceitáveis, Obama deu um passo importante na direção de fazer justiça e encontrar um caminho de menos conflito naquela região.
Um abraço
Vejo a situação no Oriente médio com muita preocupação e ceticismo: Israel e Irã escolheram, cada um, os menos indicados para se chegar a alguma forma de entendimento justo.
Netanyahu e Ahmadinejad não parecem ser as pessoas mais indicadas para cessar os banhos de sangue.
Acredito nas intenções de Obama, mesmo enfrentando as forças de direita e de extrema-direita norte-americanas. Infelizmente, (ou felizmente?) não sei se os EUA de hoje têm o mesmo poder de pressão de antigamente.
Ainda sobre a desconfiança que parte da esquerda nutre por Barack Obama, acho interessante a leitura desse artigo do Argemiro Ferreira:
"A Direita terrorista e o "big-brother" Obama."
http://argemiroferreira.wordpress.com/2009/06/12/a-direita-terrorista-e-o-big-brother-obama/
Na minha opinião a extrema-direita se encontra em pleno período de desafiante crescimento, tanto no Brasil, quanto nos EUA ou na Europa.
Posso ser considerado paranóico, mas ou a esquerda reconhece seu principal inimigo, hoje, ou corremos o risco de retornarmos a uma era que julgávamos sepultada para sempre.
Incluir Obama entre os inimigos da esquerda não me parece uma decisão saudável.
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