Para vocês, fracassomaníacos, que previram para esse modesto blog o mesmo fim que teve FHC, deem uma olhada no contador lá embaixo. Pernacchia per tutti!!
Comissão do Senado limita jornalismo na internet durante as eleições; projeto segue agora para o plenário Piero Locatelli
Em Brasília
Durantes as eleições, portais, sites de notícia e blogs estarão proibidos de emitir opiniões favoráveis ou desfavoráveis a qualquer candidato.
Reforma eleitoral: Relator cita avanço; para Simon, decisão ‘parece brincadeira’
Essa restrição foi aprovada nesta quarta-feira (2), por unanimidade, pela sessão conjunta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e da CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado. Essa proposta, que restringe o livre uso da internet durante períodos eleitorais, segue para o plenário da Casa. A votação por lá deve acontecer ainda nesta quarta.
A charges também estarão vetadas e ao menos dois terços dos candidatos terão de ser convidados a participar de qualquer debate.
Como comparação, o conteúdo da internet ficará semelhante ao de noticiários de rádio ou de televisão em anos eleitorais. Quando o locutor fala sobre alguma disputa, para presidente ou para governador, fica obrigado a dizer o nome de todos os candidatos, o que fizeram naquele dia. Caso contrário, pode ser processado por alguém.
O fim da internet livre durante eleições
“É um atraso sem fim. Estão vendendo o projeto a ser votado no Congresso como “liberação da internet para a política”. Mentira. Liberam muito para os políticos. Limitam ao máximo para os internautas. Felizmente, já há gente de boa cabeça preparando uma adin (ação direta de inconstitucionalidade) para tentar derrubar o monstrengo no STF.”
A mesma regra valerá agora para a internet. Portais que usam vídeo para entrevistar candidatos ou fazer análises estarão sujeitos a ser multados e processados se algum político julgar que está sendo preterido.
Uma reunião entre senadores de vários partidos selou ontem (1) os pontos principais da reforma eleitoral. Estavam presentes os relatores da proposta - Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE) - além de Aloizio Mercante (PT-SP), Demóstenes Torres (DEM-GO), Serys Slhessarenko (PT-MT), José Agripino (DEM-RN) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
O desejo dos congressistas é levar a proposta ao plenário do Senado ainda nesta quarta. De manhã, o texto será apreciado em sessão conjunta.
Comentário Nassif: Tem-se a imprensa mais partidarizada das últimas quatro décadas e quer-se vetar a opinião na Internet? Seria bom uma explicação lógica dos senadores que permitiram a a aprovação desse monstrengo.
É uma maluquice. A Internet não pode ser vista como uma concessão pública, como rádios e televisão.
Ao blogueiro amigo e seu Blog Esquerdopata meus parabéns. No seu Blog nos podemos confiar: EU GARANTO. Copiando suas matérias, com certeza o meu blog também chega lá, mas vai demorar um pouco. Vida longa ao Esquerdopata. Abraços, Saraiva
6 comentários:
Vida longa meu caro!
Ao Companheiro ESQUERDOPATA parabéns. Como disse ao Brilhante CLOACA, rumo a 1.000.000 dia. Por enquanto. Abraço.
Realmente um feito! Parabéns! Um dia eu consigo!
02/09/2009 - 16:47
O VETO À INTERNET
Da UOL Notícias
Blog do Nassif
Comissão do Senado limita jornalismo na internet durante as eleições; projeto segue agora para o plenário
Piero Locatelli
Em Brasília
Durantes as eleições, portais, sites de notícia e blogs estarão proibidos de emitir opiniões favoráveis ou desfavoráveis a qualquer candidato.
Reforma eleitoral: Relator cita avanço; para Simon, decisão ‘parece brincadeira’
Essa restrição foi aprovada nesta quarta-feira (2), por unanimidade, pela sessão conjunta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e da CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado. Essa proposta, que restringe o livre uso da internet durante períodos eleitorais, segue para o plenário da Casa. A votação por lá deve acontecer ainda nesta quarta.
A charges também estarão vetadas e ao menos dois terços dos candidatos terão de ser convidados a participar de qualquer debate.
Como comparação, o conteúdo da internet ficará semelhante ao de noticiários de rádio ou de televisão em anos eleitorais. Quando o locutor fala sobre alguma disputa, para presidente ou para governador, fica obrigado a dizer o nome de todos os candidatos, o que fizeram naquele dia. Caso contrário, pode ser processado por alguém.
O fim da internet livre durante eleições
“É um atraso sem fim. Estão vendendo o projeto a ser votado no Congresso como “liberação da internet para a política”. Mentira. Liberam muito para os políticos. Limitam ao máximo para os internautas. Felizmente, já há gente de boa cabeça preparando uma adin (ação direta de inconstitucionalidade) para tentar derrubar o monstrengo no STF.”
A mesma regra valerá agora para a internet. Portais que usam vídeo para entrevistar candidatos ou fazer análises estarão sujeitos a ser multados e processados se algum político julgar que está sendo preterido.
Uma reunião entre senadores de vários partidos selou ontem (1) os pontos principais da reforma eleitoral. Estavam presentes os relatores da proposta - Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE) - além de Aloizio Mercante (PT-SP), Demóstenes Torres (DEM-GO), Serys Slhessarenko (PT-MT), José Agripino (DEM-RN) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
O desejo dos congressistas é levar a proposta ao plenário do Senado ainda nesta quarta. De manhã, o texto será apreciado em sessão conjunta.
Comentário Nassif:
Tem-se a imprensa mais partidarizada das últimas quatro décadas e quer-se vetar a opinião na Internet? Seria bom uma explicação lógica dos senadores que permitiram a a aprovação desse monstrengo.
É uma maluquice. A Internet não pode ser vista como uma concessão pública, como rádios e televisão.
Ao blogueiro amigo e seu Blog Esquerdopata meus parabéns.
No seu Blog nos podemos confiar: EU GARANTO.
Copiando suas matérias, com certeza o meu blog também chega lá, mas vai demorar um pouco.
Vida longa ao Esquerdopata.
Abraços,
Saraiva
Parabéns. Dá-lhe Esquerdopata. E rumo ao 1.000.000.
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