Se me pagassem para escrever esse blog juro que perderia meu tempo na insuportavelmente chata tarefa de traduzir o que diz Charlie, mas fiquemos no que interessa: Charlie Sheen não acredita e nunca acreditou na sucessão de milagres que é a versão oficial do governo americano sobre o 11/09/2001. Charlie não se enquadra na condição de teórico da conspiração porque não tem uma versão própria para o que aconteceu e não acusa ninguém, ele simplesmente não acredita na explicação oficial e pediu ao presidente Obama, em vão, para que ordene outra investigação.
Ele responde que não, não defende nenhuma teoria da conspiração. Teoria da conspiração é a versão oficial, um amontoado de fatos extraordinariamente improváveis. Que um ou outro desses fatos ocorresse é possível e aceitável, mas com tantos milagres não há santo que não desconfie.
Existe uma única versão oficial, jamais alterada ou retificada, que afirma que várias pessoas que estão ainda hoje, em 2009, vivas participaram do ataque suicida. A explosão e o incêndio, que consumiram totalmente um gigantesco avião e derrubaram um edifício projetado para resistir a vários impactos de aviões, nem sequer chamuscaram o passaporte de um dos sequestradores. O documento de papel suportou o imenso impacto, o gigantesco incêndio, atravessou paredes extremamente resistentes e caiu intacto na rua, onde foi encontrado pelo FBI. Se você é capaz de acreditar nisso, parabéns.
O relatório diz, entre outras coisas, que um fato que jamais ocorreu antes ou depois desse dia, aconteceu TRÊS vezes seguidas. Três edifícios desmoronaram por causa da alta temperatura, incluindo o WTC 7 que não foi atingido por avião nenhum. Quem é idoso, quase sexagenário como eu, lembra-se do horror das tragédias dos edifícios Andraus e Joelma, que queimaram por muitas horas, causaram centenas de mortos, não eram edifícios contruídos para resistir a nada de especial e no entanto estão lá de pé até hoje. Nenhum edifício do mundo inteiro jamais desabou por causa de altas temperaturas.
0 comentários:
Postar um comentário