quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Lula tem muita sorte

A oposição canalha (existe outra?) parou de tentar esconder o sol com a peneira e admite, discretamente, o sucesso extraordinário do governo, mas, com a sabedoria que lhe é peculiar, atribui a uma coisa chamada "sorte" os feitos do governo Lula.

Já a imprensa estrangeira chama Lula de gênio, de político mais popular do planeta e agora Celso Amorim de melhor chanceler do mundo.

Realmente é muita sorte não ter um canalha que vende a pátria em cinco idiomas na presidência da república e um chanceler que aceita ser revistado em aeroporto americano. É sorte demais investir bilhões e achar petróleo, é muita sorte o presidente ORDENAR que os bancos públicos invistam bilhões na economia para conter a crise.

Os tão afamados "intelectuais" do PSDB não aprenderam em seus infindáveis cursos no exterior o que o comentarista esportivo Milton Neves aprendeu no interior de Minas Gerais: "Sorte é o encontro da competência com a oportunidade". Por isso a "sorte" nunca atravessa o caminho tucano.

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