Amanhã, 31 de outubro de 2009, é dia de festa: nosso grande colega Cloaca, orgulho da blogosfera de esquerda, completa seu primeiro aniversário na Web.
Blogs, ou weblogs, foram criados como instrumentos simples para amadores exporem suas opiniões. Duvido que alguém tivesse imaginado que empresários do ramo da mídia passassem a usar blogs para alavancar seus outros múltiplos negócios. Para bem ou para o mal não considero blogueiros esses profissionais e suas equipes de webdesigners e outros tipos de trabalhadores. Acho que há um limite para o que pode ser chamado de blog e o que vem a ser um empreendimento comercial. Definitivamente eu e o Nassif, para citar uma pessoa séria, não temos a mesma atividade.
Por outro lado o amadorismo puro gerou uma legião de blogs ilegíveis, 90% de copia e cola e o resto de bobagem pura. Modéstia já inclusa, coloco-me no meio do caminho, o legítimo blogueiro: um amador, mas que produz algo, não só copia e cola e não só bate eternamente a mesma tecla.
Já o Cloaca, sim o Cloaca, é o que queria ser quando crescer, embora seja improvável que eu cresça mais com essa idade. O Cloaca é amador, sem dúvida. Trabalha sozinho, abandona o blog por dias seguidos e não ganha nada com ele. Mas o conteúdo não é nada amador, é produto de uma mente formada no jornalismo, no tempo em que jornalismo era diferente de astrologia e precisava até estudar para ter direito de usar o título.
Se em quantidade o Cloaca News produz pouco, em qualidade deixa no chinelo a concorrência. Alguém aí poderia me apontar um profissional que tenha produzido mais furos de reportagem que o Cloaca? Esses barrigueiros do Globo e do UOL produziram que material relevante pelo qual possam ser lembrados sem piadas? Noblablá e Josias Souza não sabem sequer usar o Google, algo equivalente a não saber datilografar em décadas passadas. Apesar de suas inúmeras fontes de alto calibre só são lembrados pelas barrigas vergonhosas que cometem. Fossem o Globo e o UOL empresas cujo objetivo é só o lucro financeiro e não ideológico e esses manés já teriam perdido o emprego há muito tempo com suas grosserias, mentiras, invenções e serviços partidários prestados escandalosamente àquela raça ruim de sempre.
Outra coisa que me aproxima do Cloaca é inexplicável à luz da razão: como todo blogueiro que se preza eu mantenho sob permanente vigilância minha audiência. Quantos são, de onde vêm, por que vêm, para onde vão? Incrível, fantástica e extraordinariamente grande parte, a maior parte, de meus leitores passam antes pelo Cloaca.
Convenhamos que o texto sutil e irônico do Cloaca, seu trabalho de investigação de tramóias mis, seu vocabulário rebuscado não guarda semelhança nenhuma com meus surtos psicóticos, somente reprimidos com um arsenal de psicotrópicos. Minha salada de Noam Chomsky com Neil Young, de montagens de minha autoria e textos de brilhantes articulistas, meu vocabulário quase de esgoto não é exatamente uma extensão natural que o leitor do Cloaca deveria procurar, mas no entanto é um fato e com fatos não se discute. Algo liga o biscoito fino gaúcho à minha podreira paulista. Somente os historiadores do futuro poderão decifrar essa ligação. Isso supondo que haja algum futuro e alguém lembre-se de nós na semana que vem. Mas eu sou um otimista.
Parabéns, Cloaca e que São Serapião guie seus passos na defesa dos homens bons.
Blogs, ou weblogs, foram criados como instrumentos simples para amadores exporem suas opiniões. Duvido que alguém tivesse imaginado que empresários do ramo da mídia passassem a usar blogs para alavancar seus outros múltiplos negócios. Para bem ou para o mal não considero blogueiros esses profissionais e suas equipes de webdesigners e outros tipos de trabalhadores. Acho que há um limite para o que pode ser chamado de blog e o que vem a ser um empreendimento comercial. Definitivamente eu e o Nassif, para citar uma pessoa séria, não temos a mesma atividade.
Por outro lado o amadorismo puro gerou uma legião de blogs ilegíveis, 90% de copia e cola e o resto de bobagem pura. Modéstia já inclusa, coloco-me no meio do caminho, o legítimo blogueiro: um amador, mas que produz algo, não só copia e cola e não só bate eternamente a mesma tecla.
Já o Cloaca, sim o Cloaca, é o que queria ser quando crescer, embora seja improvável que eu cresça mais com essa idade. O Cloaca é amador, sem dúvida. Trabalha sozinho, abandona o blog por dias seguidos e não ganha nada com ele. Mas o conteúdo não é nada amador, é produto de uma mente formada no jornalismo, no tempo em que jornalismo era diferente de astrologia e precisava até estudar para ter direito de usar o título.
Se em quantidade o Cloaca News produz pouco, em qualidade deixa no chinelo a concorrência. Alguém aí poderia me apontar um profissional que tenha produzido mais furos de reportagem que o Cloaca? Esses barrigueiros do Globo e do UOL produziram que material relevante pelo qual possam ser lembrados sem piadas? Noblablá e Josias Souza não sabem sequer usar o Google, algo equivalente a não saber datilografar em décadas passadas. Apesar de suas inúmeras fontes de alto calibre só são lembrados pelas barrigas vergonhosas que cometem. Fossem o Globo e o UOL empresas cujo objetivo é só o lucro financeiro e não ideológico e esses manés já teriam perdido o emprego há muito tempo com suas grosserias, mentiras, invenções e serviços partidários prestados escandalosamente àquela raça ruim de sempre.
Outra coisa que me aproxima do Cloaca é inexplicável à luz da razão: como todo blogueiro que se preza eu mantenho sob permanente vigilância minha audiência. Quantos são, de onde vêm, por que vêm, para onde vão? Incrível, fantástica e extraordinariamente grande parte, a maior parte, de meus leitores passam antes pelo Cloaca.
Convenhamos que o texto sutil e irônico do Cloaca, seu trabalho de investigação de tramóias mis, seu vocabulário rebuscado não guarda semelhança nenhuma com meus surtos psicóticos, somente reprimidos com um arsenal de psicotrópicos. Minha salada de Noam Chomsky com Neil Young, de montagens de minha autoria e textos de brilhantes articulistas, meu vocabulário quase de esgoto não é exatamente uma extensão natural que o leitor do Cloaca deveria procurar, mas no entanto é um fato e com fatos não se discute. Algo liga o biscoito fino gaúcho à minha podreira paulista. Somente os historiadores do futuro poderão decifrar essa ligação. Isso supondo que haja algum futuro e alguém lembre-se de nós na semana que vem. Mas eu sou um otimista.
Parabéns, Cloaca e que São Serapião guie seus passos na defesa dos homens bons.
4 comentários:
Concordo que: Tanto o Companheiro CLOCA é de uma inteligencia impar e, por isto brilhante, como o Companheiro ESQUERDOPATA também o é. Ambos sem "osso na lingua", mete bronca e com autoridade. Parabéns aos dois PATRIOTAS e aos Combatentes da causa Brasil que se manifestam nos dois espaços pois, sempre me considero aluno destes.
Colocaria o blog http://www.oleododiabo.blogspot.com/,de todos vocês e mais uma plêiade da blogosfera nesse universo que atualmente já pautam os planfetões 171!
Abracetas a todos
"Seu" Esquerdopata, me desculpe discordar de sua senhoria, mas eu gosto muito do seu texto, não sei se é porque nem lexotan resolve a minha escrita, daí vem a inveja, e principalmente, a preguiça enorme de escrever e o tempo inútil que gasto só lendo esses blogs.
No começo era só o Nassif e Paulo Henrique Amorim, hoje já são oito obrigatórios, contando com o seu, daí não sobra mais tempo e disposição pra mais nada, além de ficar cuidando da minha horta de abobrinhas.
Um abraço
João
Fico até constrangido, sem falsa modéstia, em ser comparado com gente bem informada e que sabe escrever.
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