O PSDB divulgou nota nesta quinta-feira dizendo que o Brasil tem "história de compromissos com a paz e a democracia" e que, por isso, é preciso evitar "tomar partido por um dos lados" no conflito entre israelenses e palestinos.
Entre o terrorismo de estado e suas vítimas o PSDB fica neutro.
Entre os golpistas de Honduras e a democracia o PSDB apoiou o golpe.
O que falta para ser fascista um partido que combate a democracia, apóia massacres e sonha com golpes?
O que começou como a "parte limpa" do PMDB, a "social democracia brasileira", um partido de intelectuais com um projeto de país, terminou como uma quadrilha corrupta e golpista, inflada pela mídia e sustentada pela ala mais podre da elite econômica.

4 comentários:
Lembvro de quando o PSDB começou, mais ou menos como um racha aos desmandos de Quércia et caterva, agora, se associa ao dito, e faz ainda pior, se associa ou avaliza o que de pior há no país, é um mal que deve ser extirpado....
"É preciso evitar tomar partido por um dos lados".
Frase tipicamente tucana!
Ainda bem que eles não estão no poder e o Brasil pode optar, sim, por ações humanitárias em favor das verdadeiras vítimas: os palestinos.
O Brasil pode e deve ter esse lado.
Desculpe, mas discordo, começou como acabou agora, a mesma coisa, hoje não é senão más de lo mismo, só ficou mais escancarado, mais deslavado, mais "autêntico".
O PSDB é assim mesmo. Eles não primam pela defesa da verdade. No episódio da invasão dos professores mineiros, a mídia nos acusou, a nós professores de atentarmos contra a integridade física do candidato José Serra. O que nós queríamos era mostrar o nosso holerite de menos de um salário mínimo. O Professor Welshman Pinheiro, em prantos, ajoelhou-se diante de Dilma Roussef e do candidato Hélio Costa. E em que pese Serra, no seu twiter ter dito que os professores não o agrediram, a mídia vendida e o PSDB disseram o contrário.
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