Não sei se vocês já leram a respeito, mas já existe praticamente uma jurisprudência firmada de que qualquer bobagem escrita num blog é culpa do blogueiro. Estranhamente não aplica-se aos comentaristas do Estadão, mas essa é outra história.
O fato é que comentários chamando pessoas de assassinas, drogadas e similares podem ser usadas contra minha querida (por mim) pessoa. A única maneira de escapar disso é identificando o responsável, mas isso é algo além de minha capacidade técnica e financeira.
Quando eu faço a mesma coisa notem que é de forma sarcástica ou atribuindo a terceiros. Não se pode escrever essas coisas em público nem mesmo sobre o vice do Serra ou o Onestes Quércia. E, acreditem-me, o problema não são políticos, são pessoas comuns que não estão acostumadas a serem tratadas assim em público.
Conforme vocês podem ler AQUI a difamação é crime mesmo quando o fato divulgado é verdadeiro. Digamos que a pessoa solteira S seja realmente amante da pessoa casada J. É difamação ficar divulgando isso e não adianta alegar que é verdade porque nesse caso não cabe a tal "Exceção da verdade", não interessa se é verdade ou não: não é da nossa conta a vida íntima de outra pessoa e nós não temos o direito de revelar atividades escabrosas, mas não criminosas, alheias.
Antes que alguém pergunte como é que a mídia faz o que faz, a resposta é...$$$$$$$$$$$!! Muito dinheiro e um exército de advogados. E mesmo assim eles gastam uma boa grana indenizando quem consegue derrotar o exército de advogados deles, exército que eu, pobrezinho, não tenho.
Sendo assim considerem explicado o motivo de seus comentários NÃO serem publicados de vez em quando.
2 comentários:
Rapaz, se eu cometi esse erro, mil desculpas.
Leio teu blog quase que diariamente e, às vezes, o teor do que é publicado acaba exasperando qq um, principalmente quando se trata dessa velha direita de "ême" que, década após década, vem obstruindo nosso caminho rumo a um país mais justo. Particularmente, eu não tenho mais paciência para tolerar gente que defende o golpe de 1964, o AI 5, a tortura, o estupro e os homicídios praticados à época como "defesa do Estado": aí, a pressão aumenta e pode ter saido alguma coisa assim.
Portanto, se tiver sido o caso, duas mil desculpas. Evitarei usar termos adequados àquelas "pessoas"...
Grande brax e todos os parabéns pelo EXCELENTE blog!
Paulo.
Não exageremos, Paulo: pode chamar o Brilhante Ustra de assassino, o Boçalnaro de golpista e apologista do crime, o DEM de partido mais corrupto do Brasil, jornalistas de porta-vozes do Serra e assim por diante.
Não se deve é chamar uma pessoa que escreve uma carta para o Estadão de criminoso. Pode chamar de ignorante e fanático se tiver evidências na carta.
Políticos e jornalistas estão bem abaixo das prostitutas na escala da ética. Pode-se falar quase qualquer coisa porque é verdade mesmo e eles não ligam.
Cidadãos comuns já não gostam de serem xingados em público. Note-se que a maioria absoluta das pessoas que recebem espaço da mídia são ex-juízes, ex-militares, ex-qualquer coisa que conhece a lei e tem dinheiro para se defender.
Mau gosto e bom humor também não são crime, mesmo combinados.
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