Imagine um país onde:
- todos os principais jornais,
- todas as principais revistas,
- todas as maiores redes de televisão e rádio têm uma única orientação político-ideológica;
- fazem sistemática campanha de desmoralização das autoridades federais;
- difamam, caluniam e injuriam essas autoridades;
- acusam sem provas;
- invertem o ônus da prova;
- dão crédito à palavra de bandidos condenados;
- recusam-se a ouvir os acusados;
- fabricam manchetes com o único propósito de que sejam usadas eleitoralmente;
- pautam as ações do grupo partidário que apoiam;
- pregam o golpe contra as instituições;
- e, apesar de tudo isso, dizem ter sua liberdade de expressão ameaçada.
Ele não é fruto da imaginação, ele existe, ele se chama Brasil.
3 comentários:
Nós temos que fazer um levante, e fazer valer a Lei Eleitoral que no seu paragrafo 23 diz que: “nenhuma midia a partir de 1º de julho de cada eleição pode favorecer candidato, partido ou coligação sob o risco de perca de concessão.” Portanto precisamos aprofundar esse assunto e levar em pauta no encontro do dia 23 em São Paulo, para depois fazermos um fato político de dimensões internacionais.
Desse encontro, acredito eu, poderiamos sair com uma denúncia no MPF pedindo a cassação das concessões da revista Veja e Época, dos jornais o Estadão, o Globo e FSP e também da TV Globo. Assim atrairemos os olhos de toda mídia mundial para o absurdo que anda ocorrendo aqui no Brasil.
Teríamos certeza que os milhares dos restantes dos jornais das pequenas oligarquias e as centenas de TV afiliadas ficariam de “antena” em pé e parariam com essa baixaria.
Certamente, depois de Dilma assumir,deverá tratar desse assuntoà exemplo do que fez a Argentina!
Certamente... O foco é a discussão de propostas e não denuncismo.
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