sexta-feira, 30 de abril de 2010

Lula continuou a política econômica do governo PSDB?

Stephen Kanitz
Legados do Governo Lula

Um Colchão de Segurança

Publiquei em 2004 na Veja, o artigo "Faça um Colchão de Segurança", onde colocava uma preocupação com o baixo nível de reservas internacionais do Brasil na época, e que diante da crise que viria em 2008 foi presciente.

"Volatilidade faz parte da vida - e sempre fará. O correto é conviver com ela, e não tentar impedi-la.

Governos anteriores acreditavam que saberiam intervir inteligentemente no câmbio ou nos juros, a cada nova crise, e portanto acumular reservas seria desnecessário e custoso.

Nunca criamos reservas internacionais suficientes para enfrentar crises. Hoje (2004) temos somente 18 bilhões de dólares, dez dias de nosso PIB.

Reservas financeiras substanciais compram tranqüilidade e tempo, já que nenhuma crise dura para sempre.

TODAS as crises foram nefastas para o Brasil porque nossas reservas sempre terminaram antes. Criar reservas nunca foi nossa prioridade.

A China vive uma fase de prosperidade porque possui nada menos que 420 bilhões de dólares, o suficiente para enfrentar a pior crise que se possa imaginar.

Ninguém sabe como será o amanhã, exceto que teremos muitas crises pela frente. Se você tiver zero de reservas familiares, a crise o afetará 100%. Quanto mais reservas você tiver, menos ela o afetará.

Quem enfrenta uma crise sem ter reservas acaba contraindo mais dívidas, como sempre acontece com o Brasil.”

Gostaria de dizer que Lula leu este artigo na Veja e mandou o Banco Central começar a acumular os 200 bilhões de reservas que acabou nos protegendo da crise de 2008.

Certamente foi incentivado por Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro guinado ao Banco Central, que pensa como todo administrador.

Reservas internacionais será um legado do governo Lula, que nenhum sucessor terá coragem de desmontar.


Dizer que Lula surfou a onda dos 18 bilhões de reservas deixadas pelo Plano Real é uma bobagem monumental. 18 bilhões não seguram crise alguma, desaparecem em duas semanas, como desapareceram em 1998 no final do Primeiro Mandato de FHC.

Lula ao criar estas reservas de 200 bilhões lutou contra dezenas de especialistas, inclusive economistas de seu próprio partido, que achavam que 200 bilhões de reservas deveriam ser gastos em "saúde e educação".

Estas reservas, apesar de óbvias, eram politicamente complicadas devido ao seu custo elevadíssimo.
O governo tinha que financiá-las a um juro interno de 16% ao ano, e só recebia 4% de juros quando aplicadas em títulos estrangeiros.

A crise americana de 2008 foi até uma benção, ao provar a tese de que reservas são necessárias, sempre. Nunca mais teremos que recorrer ao FMI, ou à amizade de um Bill Clinton.

Estas reservas acumuladas por Lula serão um legado para sempre. Nos salvou da crise de 2008, bem diferente do desastre da crise de 1998 quando não tínhamos reservas suficientes.

Ter reservas suficientes será política de todo futuro governo, e precisamos ficar atentos e protestar se um futuro presidente decidir torrar as reservas, como algo custoso e desnecessário.

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A evolução da taxa SELIC

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Opinião de Serra sobre os juros

Serra só tem opinião sobre o Palmeiras ou quando os marqueteiros mandam ele dizer isso ou aquilo.

Petista defende Copom; tucano sai pela tangente
Valor Econômico
De Ribeirão Preto

Dilma Rousseff (PT) comentou ontem a alta de 0,75 pontos na taxa de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em Ribeirão Preto (SP). Segundo a candidata, o governo não fará "malabarismos" com a política econômica em ano eleitoral, "como já se fez no passado (em outro governos)", comprometendo o poder de compra do trabalhador. Para ela, a medida foi demonstração da responsabilidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva com a estabilidade dos preços. "Não vamos ser complacentes com a inflação no nosso governo. Temos o compromisso com a estabilidade econômica", afirmou.

Para Dilma, a alta nos juros não deve comprometer as metas crescimento do país. "O governo está trabalhando com uma meta modesta de expansão do PIB de 5,5%, mas especialistas do setor financeiro já falam em percentuais acima de 6%", afirmou a ex-ministra.

Serra evitou criticar a medida de elevação nos juros, principalmente, ao ser provocado para comparar com as taxas praticadas na era FHC. "O que é preciso se questionar é porque entra governo e sai governo, e os juros no Brasil continuam sempre os mais altos do mundo. Meu compromisso é de resolver isso", disse.

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pronunciamento do Homem Mais Influente do Mundo


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Serra defende ética na campanha eleitoral



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Texto de Michael Moore sobre Lula

Cortesia involuntária do Blog do Planalto
Luiz Inácio Lula da Silva

Quando os brasileiros elegeram Luiz Inácio Lula da Silva presidente pela primeira vez, em 2002, os capitalistas selvagens do país checaram, nervosos, os medidores de combustível de seus jatos particulares. Eles tinham transformado o Brasil em um dos lugares mais desiguais do planeta e agora parecia que tinha chegado a hora da revanche. Lula, 64 anos, era um verdadeiro filho das classes trabalhadoras da América Latina – na verdade, um dos membros fundadores do Partido dos Trabalhadores – que já havia sido preso por liderar uma greve.

Quando Lula finalmente conquistou a Presidência, após três tentativas frustradas, já era uma figura conhecida na vida nacional brasileira. Mas o que o levou à política, em primeiro lugar? Foi sua experiência pessoal de como os brasileiros têm que trabalhar duro para sobreviver? Foi ter sido forçado a abandonar a escola depois da quinta série para sustentar sua família? Foi ter trabalhado como engraxate? Foi ter perdido parte de um dedo em um acidente de trabalho?

Não. Foi quando, aos 25 anos, viu sua esposa, Maria, morrer durante o oitavo mês de gravidez, junto com o filho, porque não podiam arcar com cuidados médicos decentes.

Há uma lição aqui para os bilionários do mundo: dêem ao povo boa assistência médica, e ele causará muito menos problemas.

E aqui está uma lição para o resto de nós: a grande ironia da Presidência de Lula – ele foi eleito para um segundo mandato em 2006, que se encerra no final deste ano – é que, enquanto ele tenta levar o Brasil ao Primeiro Mundo, com programas sociais como o Fome Zero, que visa acabar com a fome, e com planos para melhorar a educação oferecida aos membros da classe trabalhadora do Brasil, os EUA se parecem cada vez mais com o antigo Terceiro Mundo.

O que Lula quer para o Brasil é o que costumávamos chamar de sonho americano. Nós, nos EUA, em compensação, onde o 1% mais rico possui mais do que os 95% mais pobres somados, estamos vivendo em uma sociedade que está rapidamente se tornando mais parecida com o Brasil.

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Serra é escolhido líder mais influente


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Não tem preço


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Ameaça de suicídio na Al. Barão de Limeira


O Diretor Editorial da Folha de S. Paulo Otavio Frias Filho ameaça se suicidar após saber que a revista Time escolheu Lula - o analfabeto, bêbado, corrupto, incompetente e estuprador - o Líder Mais Influente do Mundo.
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"Kiss my brazilian ass, Pro-coup Press Party!", says Lula

When Brazilians first elected Luiz Inácio Lula da Silva President in 2002, the country's robber barons nervously checked the fuel gauges on their private jets. They had turned Brazil into one of the most inequitable places on earth, and now it looked like payback time. Lula, 64, was a genuine son of Latin America's working class — in fact, a founding member of the Workers' Party — who'd once been jailed for leading a strike.

By the time Lula finally won the presidency, after three failed attempts, he was a familiar figure in Brazilian national life. But what led him to politics in the first place? Was it his personal knowledge of how hard many Brazilians must work just to get by? Being forced to leave school after fifth grade to support his family? Working as a shoeshine boy? Losing part of a finger in a factory accident?

No, it was when, at age 25, he watched his wife Maria die during the eighth month of her pregnancy, along with their child, because they couldn't afford decent medical care.

There's a lesson here for the world's billionaires: let people have good health care, and they'll cause much less trouble for you.

And here's a lesson for the rest of us: the great irony of Lula's presidency — he was elected to a second term in 2006 and will serve through this year — is that even as he tries to propel Brazil into the First World with government social programs like Fome Zero (Zero Starvation), designed to end hunger, and with plans to improve the education available to members of Brazil's working class, the U.S. looks more like the old Third World every day.

What Lula wants for Brazil is what we used to call the American Dream. We in the U.S., by contrast, where the richest 1% now own more financial wealth than the bottom 95% combined, are living in a society that is fast becoming more like Brazil.

Michael Moore

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Lula encabeça lista da revista TIME das personalidades mais influentes do mundo

The 2010 TIME 100

Em nosso TIME 100 anual indicamos as pessoas que mais afetam nosso mundo.

Líderes

1. Luiz Inácio Lula da Silva
2. J.T. Wang
3. Admiral Mike Mullen
4. Barack Obama
5. Ron Bloom
6. Yukio Hatoyama
7. Dominique Strauss-Kahn
8. Nancy Pelosi
9. Sarah Palin
10. Salam Fayyad
11. Jon Kyl
12. Glenn Beck
13. Annise Parker
14. Tidjane Thiam
15. Jenny Beth Martin
16. Christine Lagarde
17. Recep Tayyip Erdogan
18. General Stanley McChrystal
19. Manmohan Singh
20. Bo Xilai
21. Mark Carney
22. Sister Carol Keehan
23. Sheik Khalifa bin Zayed al-Nahyan
24. Robin Li
25. Scott Brown
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Marcos Coimbra, do Vox Populi, nocauteia Boris Casoy e Fernando Mitre


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Brizola Neto denuncia a bandidagem oficial tucana

Notem a patética resposta de um membro da quadrilha tucana 'contestando' o direito do deputado Brizola Neto falar e não a denúncia dos crimes de seu partido. 

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eduardo Graeff

Eduardo Graeff, cientista político, foi secretário-geral da Presidência da República do governo Fernando Henrique Cardoso. 

graeff@uol.com.br

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O Brasil pode mais

Pedágio de SP é mais caro que de rodovias dos Estados Unidos
BrasilAtual
Suzana Vier

Cruzar a Flórida de Norte a Sul é 75% mais barato que trajeto semelhante em São Paulo.
"Florida´s Turnpike" (Foto: Divulgação/Departamento de Transporte da Flórida)

São Paulo - Viajar de norte a sul no estado da Flórida, sudeste dos Estados Unidos, pela Rodovia Florida´s Turnpike custa US$ 21,20 em pedágios. O valor equivale a R$ 37,31, por 492,62 quilômetros percorridos. No estado de São Paulo, um trajeto de distância semelhante, da cidade de São José do Rio Preto à capital paulista custa R$ 61,50, por 440 quilômetros percorridos.

O custo pago pelos paulistas em relação à distância é quase o dobro. A tarifa de pedágio por quilômetro rodado nos Estados Unidos é de R$ 0,08. Na viagem de São José do Rio Preto a São Paulo, cada mil metros implicam R$ 0,14.

Segundo especialistas, o que mais encarece os pedágios de São Paulo é o tipo de concessão escolhido pelo estado, mesmo na nova etapa de concessão. A opção pelas concessões onerosas, em que ganha o leilão a empresa que oferecer mais ônus, uma espécie de aluguel pago ao estado, e que depois é repassado aos usuários, deixa as tarifas de pedagiamento mais caras.

As rodovias federais, quando foram concedidas, seguiram o critério de menor preço por quilômetro, sem cobrança de ônus às concessionárias, o que reduz o valor do pedágio cobrado dos usuários.

A mesma simulação aplicada às rodovias federais constata que o custo do quilômetro na Fernão Dias e na Régis Bittencourt sai por R$ 0,02 e R$ 0,03 na Transbrasiliana.

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"Especialistas" d'O Globo vendem a mãe e entregam

Imaginem o que diria esse pasquim infecto e seus especialistas comprados por quilo se Dilma propusesse criar mais um ministério...

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Neoliberalismo europeu apodrece

Depois do colapso do Cassino da Islândia vem a falência grega. Irlanda, Espanha e Itália aguardam na fila...

E nossos queridos liberais Sardenberg, Leitão e cia, o que tem a dizer? Não eram eles os modernos espertos e nós os trouxas jurássicos?

Leiam essa OBRA-PRIMA do fanatismo ideológico de Sardenberg para ver que o Tempo é mesmo o Senhor da Razão.

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Troféu Pinóquio

Crônicas do Motta

Entre as monumentais besteiras que já ouvi neste meu meio século e uns quebrados de vida - e foram tantas - essa história que o ex-governador José Serra espalha de querer dar continuidade às principais realizações do governo Lula, entre as quais o Bolsa Família, está lá no topo.

Como diria o próprio Serra, isso não passa do mais puro tró-ló-ló. Eu acrescentaria: é uma mentira das mais deslavadas, conversa para boi dormir. Papo furado.

Primeiro, porque o governante Serra sempre esteve mais preocupado em arrochar o salário do funcionalismo e fazer caixa a qualquer custo - inclusive dando o calote nos fornecedores - do que em promover uma política social do tipo que fez o governo Lula.

Segundo, porque seu próprio partido, seus aliados PFL e PPS , e os 30% de brasileiros que não se conformam com o fato de Lula e o PT terem assumido o poder, acham que o Bolsa Família serve apenas para sustentar vagabundos que não querem trabalhar - ou que se acham na situação de extrema miséria porque deus quis assim.
Essa turma fez tudo o que pode para detonar os carros-chefes do governo Lula: os programas sociais, que estão diminuindo a desigualdade social do país, os aumentos reais do salário mínimo, a desoneração fiscal de vários setores industriais, a ampliação brutal do crédito ao consumidor, o diálogo permanente com a sociedade civil organizada, o respeito aos direitos humanos, a ampliação e a qualificação do quadro de servidores públicos, só para citar as principais realizações.

E agora, véspera das eleições, eles veem dizer que estão aí para "melhorar" o que foi feito nesses últimos anos?

Pelamordedeus! Haja cinismo!
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terça-feira, 27 de abril de 2010

Marília Gabriela desmente autoria de texto contra Dilma

Terra Magazine
Claudio Leal
O site do deputado federal do DEMo José Carlos Aleluia reproduziu um texto falsamente atribuído à apresentadora Marília Gabriela.

A jornalista e apresentadora Marília Gabriela está indignada com a divulgação de um texto - falsamente atribuído a ela - contra a pré-candidata à presidência, Dilma Rousseff (PT). "Não tem nada a ver comigo", diz a Terra Magazine, por telefone. Marília decidiu procurar assistência jurídica, nesta terça-feira, depois de ver o pseudo-libelo antipetista ser reproduzido pelo site do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que apoia a candidatura de José Serra (PSDB). "O próximo passo é procurar meus advogados".

Num tom agressivo, o desabafo "Quem tem medo da 'doutora' Dilma?" ataca a ex-ministra da Casa Civil com paralelos zoológicos:

- Vou confessar: Morro de medo de Dilma Rousseff. Esse governo que tem muitos acertos, mas a roubalheira do governo do PT e o cinismo descarado de Lula em dizer que não sabia de nada nos mete medo. Não tenho muitos medos na vida,além dos clássicos: de barata, rato, cobra.

E lembranças escolares inverídicas:

- Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo.

Às 14h54, ao ser informada sobre o desmentido, a assessoria do deputado Aleluia se dispôs a retirar o texto do site. O "Blog do horaciocb" é indicado como a fonte. O advogado de Marília encaminhou uma notificação ao parlamentar.

O artigo se espalhou em redes sociais e blogs, embora a jornalista utilize a internet somente para "para fazer pesquisas, leituras, nunca pra escrever textos e publicar dessa forma idiota", como descreve. "Isso não é novo. Começaram há dois meses. O Carlos Brickman, no Observatório da Imprensa (em março), desmentiu. Mas não adiantou. Sou uma jornalista inteligente, tenho uma carreira de 40 anos. Só se eu fosse maluca! Não sou ligada a nenhuma rede social".

Repleto de adjetivos desairosos, o texto não combina com a personalidade da apresentadora do canal GNT, mas demonsta o nível da guerra que se trava na internet, neste período pré-eleitoral. "A internet é terra de ninguém. O problema é você ser vítima dessa terra de ninguém, não ter como controlar. É uma sacanagem", revolta-se Marília Grabriela.

As digitais do partidarismo do autor anônimo são deixadas no final da peça: "Seja bem-vinda, Marina... Outra boa opção é o atual governador José Serra que já mostrou seriedade e competência. Só não pode PT, Dilma e alguém da 'turma do Lula'".

"Não tem nada a ver comigo, não escrevo daquela forma, não tem meu estilo. Qualquer pessoa criteriosa vai perceber que uma jornalista como eu não iria fazer isso, assumir uma gracinha dessas. Eu vivo de entrevistas. Gostaria de entrevistar todos os candidatos. Não cometeria essa estupidez", reforça a apresentadora do "Marília Gabriela Entrevista".

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A Folha e a violência em SP


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PSDB divulga programa social


Agradecimentos ao Língua de Trapo

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Norma Bengell diz torcer por vitória de Dilma

AUDREY FURLANETO – FOLHA SP
DA SUCURSAL DO RIO

A atriz Norma Bengell, 74, disse, em entrevista à Folha, que a pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff não precisa pedir desculpa pelo uso de uma foto sua no blog da petista, com quem afirmou simpatizar e que definiu como “uma mulher que sofreu muito”.

O blog oficial da petista - Dilmanaweb.com.br - usou imagem da atriz em passeata contra a ditadura militar em sequência de fotos pessoais da Dilma, o que permitiria a interpretação de que se tratava da ministra em passeata.

“Eu não vi, não. Uma amiga viu e me contou. Acho normal. Não tem nada que pedir desculpas. Fiz parte das passeatas contra a ditadura. Aliás, eu gosto da Dilma. Acho que ela é maravilhosa, uma mulher que sofreu muito. Tomara que ganhe”, declarou Bengell.

A foto usada pelo blog foi tirada em 26 de junho de 1968, na chamada Passeata dos Cem Mil, no centro do Rio, em protesto contra violência policial em ato organizado por lideranças estudantis dias antes.

O movimento contou com a participação de artistas e intelectuais, ganhando dimensão mais ampla, com os manifestantes reivindicando o restabelecimento das liberdades democráticas, a suspensão da censura e a concessão de mais verbas para a educação.

Bengell aparece com as atrizes Tônia Carrero, Eva Wilma, Odette Lara e Ruth Escobar. Atrás delas, um manifestante segura um cartaz com os dizeres “Contra a censura, pela cultura”.

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"É quase um milagre termos sobrevivido", diz Chomsky

O linguista, filósofo e ativista político Noam Chomsky, fala sobre a proliferação das armas nucleares pelo mundo, em entrevista exclusiva para o New York Times.

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EUA recomendam que turistas não venham a São Paulo

EUA pedem que cidadãos evitem viajar ao Guarujá devido à violência

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
da Reportagem Local

O órgão do governo dos EUA responsável pela segurança de seus cidadãos no exterior recomendou, em comunicado, que os norte-americanos "evitem viajar" para quatro das maiores cidades do litoral paulista --Santos, Guarujá, São Vicente e Praia Grande-- até que a onda de violência da última semana esteja encerrada.
O comunicado do Osac (Conselho Assessor de Segurança no Exterior), ligado ao Departamento da Defesa dos Estados Unidos, é baseado em informações coletadas pelo Consulado em São Paulo.

Além de ser veiculada no site do Osac, a nota é distribuída a todos os cadastrados no órgão, como agências de viagem.


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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Cuba é exemplo mundial de respeito à criança

De acordo com o Unicef, Cuba é um dos países que realizou mais progressos na parte da sobrevivência e do desenvolvimento das crianças. Segundo o organismo internacional, a taxa de mortalidade infantil na ilha por cada mil crianças nascidas vivas é inferior a dos Estados Unidos.

O representante do Unicef em Cuba, José Juan Ortiz Brú, afirmou que o número e a qualidade dos serviços dos hospitais que recebem as crianças e as mães de Cuba estão entre os mais elevados do mundo.

"Acho que Cuba é um dos países onde a Convenção sobre os Direitos da Criança tem maior vigência, o que significa que ali são utilizadas muitas políticas públicas que garantem o desenvolvimento das crianças", acrescentou.

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Revoada de tucanos no agreste

Bessinha:

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As "fontes" do Valdo Cruz

Quais seriam as fontes do, digamos, jornalista Valdo Cruz? Será que o Lula fez uma reunião para discutir isso com um monte de gente e depois ligou para a Dilma e conversou com o viva-voz ligado na frente de todo mundo? Ou será uma fonte do mesmo  tipo que  "informou" o "grampo" do Gilmar Dantas Mendes à Veja?

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Operação 'Esgoto na Internet'

Eduardo Graeff
Conversa Afiada
Serra ataca na blogosfera
(pelas costas, como sempre)
Não perca a excelente reportagem de Leandro Fortes  na Carta Capital desta semana - pág. 28 - com o título: "Jogo sujo na rede".

"Há insultos e baixarias de todos os lados, mas o PSDB montou um esquema na internet que inclui a ação de hackers e a propagação de calúnias variadas".

O herói da operação (pelas costas) de Serra na internet é Eduardo Graeff, tesoureiro nacional do PSDB.

Graeff foi secretário-geral do governo de que Serra era o Grande Planejador e era muito ligado a Eduardo Jorge, aquele telefonava muito para o juiz Lalau.

Diz o Leandro:  "… a rede de Graeff virou um ninho de brucutus que preferem palavrões, baixarias e frases afeitas a qualquer tipo de debate civilizado. O objetivo dessa turma é espalhar insultos ou replicar mentiras na rede mundial de computadores."

É o velho Serra de sempre.

Antes, os dossiês eram impressos.

Hoje, vão pela internet.

O que muda é a mídia,

O conteúdo é o mesmo: sujo.
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domingo, 25 de abril de 2010

Serra continua em busca do vice ideal


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Estadão tenta emburrecer leitores

Claro que é uma tarefa titânica - quem lê o Estadão já é, por definição, burro - mas nos últimos tempos os Mesquita chafurdam na lama em todas áreas. Qualquer coisa que possa ajudar seus  interesses políticos vale: astrologia, neurolinguística, leitura de entranhas, terapia de vidas passadas...
"Renomado neurolinguista"? Para quem não sabe neurolinguística não tem relação com neurologia e muito menos com linguística. Neurolinguistas são pessoas que ganham milhões escrevendo livros de autoajuda e fazendo palestras para executivos, técnicos de futebol e similares. Gente como Vanderley Luxemburgo, Ratinho, Luciano Huck e outros que colocam a data de nascimento como senha.

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Dedice



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Meiguice



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Jornalista francês desmonta farsa da agente da CIA Yoani Sánchez

O jornalista nem perguntou como é que ela, pobrezinha, tem tudo  que diz que só os dirigentes do governo cubano têm. O governo poderia facilmente deixá-la sem celular, sem banda larga e sem laptop, mas não faz isso. Poderia ter feito quando ela voltou da Suíça e montou um blog violentamente anticubano e pró-americano, mas nunca fez nada, nem ameaçou uma total e completa desconhecida do mundo. A situação ficou tão constrangedora que a palhaça inventou uma agressão que ninguém viu, apesar dela avisar a mídia do mundo inteiro, que constatou a ausência de qualquer sinal de agressão. Pessoas não-identificadas agrediram-na sem deixar uma marca e não tomaram seu celular, nem seu inseparável laptop, coisas que ela diz que os  cubanos não têm acesso. Aparentemente o governo cubano fornece celulares, laptops e acesso à internet somente para os inimigos da revolução, gente que dá entrevista ao vivo para a rádio Jovem Pan e a Globo, que liga da CADEIA para o Estadão, que fala para o mundo inteiro, o tempo inteiro, para explicar o quanto eles não podem se manifestar livremente, tadinhos...
Entrevista completa AQUI no Opera Mundi
Salim Lamrani

Yoani Sánchez é a nova personalidade da oposição cubana. Desde a criação de seu blog, Generación Y, em 2007, obteve inúmeros prêmios internacionais: o prêmio de Jornalismo Ortega y Gasset (2008), o prêmio Bitacoras.com (2008), o prêmio The Bob's (2008), o prêmio Maria Moors Cabot (2008) da prestigiada universidade norte-americana de Colúmbia. Do mesmo modo, a blogueira foi escolhida como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo pela revista Time(2008), em companhia de George W. Bush, Hu Jintao e Dalai Lama. Seu blog foi incluído na lista dos 25 melhores do mundo do canal CNN e da Time(2008). Em 30 de novembro de 2008, o diário espanhol El País a incluiu na lista das 100 personalidades hispano-americanas mais influentes do ano (lista na qual não apareciam nem Fidel Castro, nem Raúl Castro). A revista Foreign Policy, por sua vez, a considerou um dos 10 intelectuais mais importantes do ano, enquanto a revista mexicana Gato Pardofez o mesmo para 2008.



O encontro com a jovem dissidente de fama controvertida não ocorreu em algum apartamento escuro, com as janelas fechadas, ou em um lugar isolado e recluso para escapar aos ouvidos indiscretos da "polícia política". Ao contrário, aconteceu no saguão do Hotel Plaza, no centro de Havana Velha, em uma tarde inundada de sol. O local estava bem movimentado, com numerosos turistas estrangeiros que perambulavam pelo imenso salão do edifício majestoso que abriu suas portas no início do século XX. 

Yoani Sánchez vive perto das embaixadas ocidentais. De fato, uma simples chamada de meu contato ao meio-dia permitiu que combinássemos o encontro para três horas depois. Às 15h, a blogueira apareceu sorridente, vestida com uma saia longa e uma camiseta azul. Também usava uma jaqueta esportiva, para amenizar o relativo frescor do inverno havanês.




Foram cerca de duas horas de conversa ao redor de uma mesa do bar do hotel, com a presença de seu marido, Reinaldo Escobar, que a acompanhou durante uns vinte minutos antes de sair para outro encontro. Yoani Sánchez mostrou-se extremamente cordial e afável e exibiu grande tranquilidade. Seu tom de voz era seguro e em nenhum momento ela pareceu incomodada. Acostumada aos meios ocidentais, domina relativamente bem a arte da comunicação. 

...
SL - Justamente, a senhora não tem a impressão de que a imprensa ocidental a usa porque a senhora preconiza um "capitalismo sui generis" em Cuba?

YS - Não sou responsável pelo que a imprensa faz. Meu blog é uma terapia pessoal, um exorcismo. Tenho a impressão de que sou mais manipulada em meu próprio país do que em outra parte. O senhor sabe que existe uma lei em Cuba, a lei 88, chamada lei da "mordaça", que põe na cadeia as pessoas que fazem o que estamos fazendo.

SL - O que isso quer dizer?

YS - Que nossa conversa pode ser considerada um delito, que pode ser punido com uma pena de até 15 anos de prisão.

SL - Perdoe-me, o fato de eu entrevistá-la pode levá-la para a cadeia?

YS - É claro!

SL - Não tenho a impressão de que isso a preocupe muito, pois a senhora está me concedendo uma entrevista em plena tarde, no saguão de um hotel no centro de Havana Velha.

YS - Não estou preocupada. Esta lei estipula que toda pessoa que denuncie as violações dos direitos humanos em Cuba colabora com as sanções econômicas, pois Washington justifica a imposição das sanções contra Cuba pela violação dos direitos humanos.

SL - Se não me engano, a lei 88 foi aprovada em 1996 para responder à Lei-Helms Burton e sanciona sobretudo as pessoas que colaboram com a aplicação desta legislação em Cuba, por exemplo fornecendo informações a Washington sobre os investidores estrangeiros no país, para que estes sejam perseguidos pelos tribunais norte-americanos. Que eu saiba, ninguém até agora foi condenado por isso.

Falemos de liberdade de expressão. A senhora goza de certa liberdade de tom em seu blog. Está sendo entrevistada em plena tarde em um hotel. Não vê uma contradição entre o fato de afirmar que não há nenhuma liberdade de expressão em Cuba e a realidade de seus escritos e suas atividades, que provam o contrário?

YS - Sim, mas o blog não pode ser acessado desde Cuba, porque está bloqueado.

SL - Posso lhe assegurar que o consultei esta manhã antes da entrevista, no hotel.

YS - É possível, mas ele permanece bloqueado a maior parte do tempo. De todo modo, hoje em dia, mesmo sendo uma pessoa moderada, não posso ter nenhum espaço na imprensa cubana, nem no rádio, nem na televisão.

SL - Mas pode publicar o que tem vontade em seu blog.

YS - Mas não posso publicar uma única palavra na imprensa cubana.

SL - Na França, que é uma democracia, amplos setores da população não têm nenhum espaço nos meios, já que a maioria pertence a grupos econômicos e financeiros privados.

YS - Sim, mas é diferente. (Nota do esquerdopata: ela não pode publicar nada no Granma e eu não posso na Folha/Veja/Globo, mas é diferente. Diferente no quê?)

SL - A senhora recebeu ameaças por suas atividades? Alguma vez a ameaçaram com uma pena de prisão pelo que escreve?

YS - Ameaças diretas de pena de prisão, não, mas não me deixam viajar ao exterior. Fui convidada há pouco para um Congresso sobre a língua espanhola no Chile, fiz todos os trâmites, mas não me deixam sair.

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Guerra Contra a Democracia

"The War on Democracy" é um documentário de 2007 dirigido por Christopher Martin e John Pilger.

The War on Democracy 2007 legendado from olho.cósmico on Vimeo.
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sábado, 24 de abril de 2010

Grandes momentos de 'The Big Bang Theory'


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The Big Bang Theory


Videos tu.tv
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Kozmic Blues

Janis Joplin no Canadá em 1970

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Summertime

Janis Joplin na Suécia em 1969

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O Globo não acredita n'O Globo

Tijolaço, o blog do Brizola Neto

O Globo despreza até aquilo que publica

Publico aí abaixo duas capas de O Globo, a de quarta-feira, dia 21, e a de hoje, dia 24. Na primeira, as empreiteiras estavam indo embora de Belo Monte, porque o Governo bancou a decisão de manter baixo o preço da energia gerada pela usina. Era o caos, a inviabilidade – chegaram a publicar um “estudo” oficial dizendo que o negócio era ruinoso, que foi para a primeira página, e eu comentei aqui . Na Folha, uma nota dizia que o Governo, este ou o próximo, ia acabar correndo atrás das empreiteiras, implorando para que entrasse no negócio.
Pois bem: hoje o jornal dos Marinho, sem corar ou se explicar dá uma chamada de capa, dizendo que as empreiteiras derrotadas no leilão estão todas correndo atrás de comprar uma fatia no consórcio vencedor, liderado pela Chesf, uma estatal. Mas não era inviável, não ia dar prejuízo, bablá-blá, bablá-blá? O jornal não leu o que publicou toda a semana isso?

Será que as “poderosas” Camargo Correia, Odebrecht, Andrade Gutierrez e outras ouviram Lula dizer que “se elas não quiserem fazer, se o preço estiver acima da conta, nós faremos por conta própria.”?

Há duas coisas tão certas quanto o dia nascer amanhã: empreiteira gostar de dinheiro e O Globo não gostar da verdade.

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O que Ciro Gomes disse

Para quem ficou surpreso com o que o amigo do Tasso e do Aécio, defensor da ditadura, prefeito de Fortaleza, governador do Ceará, ministro de Itamar e tucano Ciro Gomes disse:

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

George Dalaras & Al Di Meola

Greece's George Dalaras collaborates with legend Al Di Meola in their version of "Hasta Siempre"

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Layla

"You've got me on my knees, Layla"

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School Days

Stanley Clarke e Larry Coryell

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O PCdoB na TV


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Serra consegue conviver com seres inferiores

Segundo jornalista Heverton de Freitas, do Novo Jornal, Serra teria dito: “Eu estava na escola pública e convivia com eles (os nordestinos) numa total normalidade”.

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Juiz Johnson Araújo proíbe críticas ao tucano José Anchieta Júnior

Não existe censura no Brasil, muito menos censura PRÉVIA. Ninguém pode ser impedido de escrever ou falar o que quer que seja. Se houver crime que a vítima processe o criminoso. Como é difícil imaginar que um JUIZ não saiba disso eu suponho, com evidência gritante, que o Juiz Johnson Araújo esteja fazendo CAMPANHA ELEITORAL para seu amigo José Anchieta Júnior (PSDB).
Justiça (Juiz Johnson Araújo) proíbe jornalista de citar nome do governador de RR no Twitter
Redação Portal IMPRENSA

O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima multou o jornalista José Raimundo Rodrigues Silva em R$ 5 mil por entender que ele fez propaganda eleitoral antecipada negativa (!?) em seu perfil no Twitter.

Liminar anterior, do juiz Johnson Araújo, havia impedido o jornalista de citar o nome do atual governador de Roraima, José Anchieta Júnior (PSDB), candidato à reeleição. Rodrigues Silva é assessor de Comunicação da Assembleia do estado e ligado à oposição ao governo.

Segundo informou a Agência Folha, em março deste ano o jornalista anunciou em seu perfil na rede de microblogs que publicaria 45 crimes eleitorais cometidos pelo atual governador. Logo após veicular a suposta 30ª irregularidade, a Justiça o proibiu de citar o nome de Anchieta no Twitter, sob pena de multa diária de R$ 300 em caso de descumprimento.

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Alstom e tucanos: tudo a ver

Rede de corrupção tucana em SP pode explodir com o pedido oficial de quebra de sigilo no caso Alston. Esquema de pagamento de propinas inclui todos os governos tucanos desde 1995 até hoje. Lista de suspeitos é encabeçada por Robson Marinho, chefe da Casa Civil de Mário Covas,entre 1995 e 1997 e desde então conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Ao longo de sucessivas gestões tucanas, a Alston 'ganhou' licitações importantes no Estado de SP, entre elas a venda de trens para o Metrô. A contrapartida era o pagamento de milhões de dólares por consultorias fictícias a empresas e laranjas ligados a setores do PSDB.. No governo Serra aumentaram os negócios com a Alston: de R$ 51 milhões na gestão Alckmin para R$ 69,5 milhões .Entre os suspeitos de recebimento de propina figuram , além de Robson Marinho, Mauro Arce, atual secretário de Transportes do governo Serra; Jorge Fagali Neto, irmão de José Jorge Fagali , atual presidente do Metrô; o ex-secretário de Energia de São PAulo e ex-genro de Fernando Henrique Cardoso, David Zylberstajn e o homem de confiança de Serra, Andréa Matarazzo. 
(Carta Maior, revisitando arquivos e nomes que a Folha esqueceu;23-04)

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Teoria do Caos


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Fanfarra para o Homem Comum

Fanfare For The Common Man
Emerson, Lake and Palmer
Vídeo promocional gravado no Estádio Olímpico de Montreal

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Peter Gunn

Tema de Peter Gunn
Emerson, Lake and Palmer

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My precious...


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Plágio


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Veja repete a capa


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Propaganda eleitoral já está na rua


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O Festival de Mentiras que Assola o País

Colaboração do Rodrigo *.* (Geralmente as pessoas não gostam de ver o nome impresso por aí...)

O IBOPE
Stanislaw Ponte Preta

Nas poucas vezes em que circulei por salas de diretores, nas várias estações em que trabalhei, “atendendo a insistentes pedidos” — como dizem os locutores sempre que querem reapresentar uma cantora que ninguém pediu pra ouvir de novo — ouvi reclamações de anunciantes contra os programas sob seu patrocínio.

Até mesmo o contacto de Agência de Publicidade, que é conivente com o diretor comercial na quantidade de anúncios, já vi reclamando contra a má qualidade de programas que seu cliente patrocina, pagando um dinheirão. O que lá não tem muita importância porque, depois, ele despeja no imposto de renda e o resto que se dane. Mas é que que tem programa que sai tão ruim, que nem mesmo o mais cocoroca dos patrocinadores agüenta.

E é aí que entra o dragão. Isto é, o IBOPE, sigla de um negócio chamado Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatísticas, que entrou para a televisão só para enganar anunciante e ajudar carreira de débil mental. O boboca que entrou com o dinheiro para um programa assim como — digamos — “Rainha por uma noite”, que passa para uma pessoa de idade mental beirando os dez anos, é um sacrifício assistir de graça, tem o direito de chiar.

E, às vezes, chia mesmo, porque eu vi vários na ante-sala do diretor comercial, aguardando a ocasião de ser atendido, para beber o sangue do desgraçado que o induziu a pagar aquela… aquela… enfim, deixa pra lá, porque querer definir um programa como “Rainha por uma noite” é mais difícil do que explicar a um sueco o que é um bumba-meu-boi.

(…) o otário que pagou para um programa dessa espécie ir ao ar, aparece na luxuosa sala do diretor comercial da TV querendo comer-lhe o fígado e pouco se importando se o diretor já teve hepatite ou não.

Mandam o otário entrar, oferecem aquele cafezinho regulamentar, e depois o diretor tira de uma gaveta o último boletim do IBOPE. Pronto… lá vai o trouxa ser embromado!

O diretor faz um sorriso de superioridade e parece que vai dizer: “O cavalheiro já experimentou o novo pó fixador de dentaduras que estamos fabricando?”. Mas, como ele não vive em filmes comerciais e sim de filmes comerciais, diz:
— O senhor já soube o índice de audiência que o seu programa alcançou na semana passada, segundo o IBOPE? Pois saiba que foi de 32%, meu amigo. Um índice excelente.

O trouxa, digo, o patrocinador faz um cálculo mental e não compreende. (…)

— Pois deu 32% — repete o diretor, com medo de que o trouxa reflita. — Em qualquer programa que dê este índice, centenas de patrocinadores querem colocar seus comerciais. E sabe por quê? Hein? Porque um programa com índice de audiência superior a 15% já aumenta as vendas de um produto, seja ele cebola ou desodorante, em 100%. (…) Foi por isso que o grande John Grunenberg, com toda a responsabilidade de seu gênio, disse que a televisão, para o bem da humanidade, foi o maior invento do século.

Está claro que o trouxa saiu do escritório convencido. (…)

Assim como eu disse aos distintos que me lêem que nunca vi o programa “Rainha por uma noite”, com a mesma sinceridade eu lhes garanto que ouvi um papo-furado parecidíssimo com este que acabo de lhes relatar. Lembro-me que, depois que o cara saiu do escritório, eu perguntei ao diretor comercial quem era o genial John Grunenberg e ele respondeu:
— Sei lá! Inventei o nome na hora, para convencer esse bestalhão. Você pensa que eu pago o IBOPE para quê?

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Eles se entregam sozinhos...

No Vi o Mundo:


A melhor manchete já produzida sobre as pesquisas eleitorais brasileiras!

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

A criatividade da propaganda americana




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Propostas de Serra para o Brasil





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A bandidagem ataca


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Miragem

Jean-Luc Ponty - Violino
Allan Zavod - Teclados
Jamie Glaser - Guitarra
Rayford Griffin - Bateria
Keith Jones - Baixo

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A arte da felicidade


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IBOPE e Datafolha unem-se na fraude



Globope e Datafraude continuam a tentar criar o clima para um PROCONSULT em nível nacional. A nova fraude do GLOBOPE aproxima-se dos números encomendados pelo Serra ao Tavinho.

Impressionante é que empresas comerciais encomendem  pesquisas a esses trambiqueiros. O que será que eles dizem?
—Pesquisa política a gente inventa o que o cliente manda, mas pesquisa comercial é séria. Pode confiar no nosso trabalho. Sabe como é política, né...

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Até os dentes são falsos

Blogg do Amoral Nato:

ssERRA E A Mentira

Quem fez a legislação dos Genéricos foi o Jamil Haddad;
Quem fez a quebra de patentes de medicamentos da AIDS foi o Adib Jatene;
Quem fez o Plano Real foi Itamar Franco!

Fora outras tentativas de usurpar méritos de outrem,
ssERRA não tem realizações próprias a não ser fugir e renunciar!

Aliás na ultima capa da VEJA,
nem os dentes são dele!


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Vade retro, Tucanás!

A fórmula tradicional do exorcismo se aplica a essa crendice grotesca de que “o que há de bom no governo Lula, o Serra vai continuar”, que vem sendo afirmada pelos marqueteiros do candidato do PSDB. Pois o que há de bom no governo Lula é tudo o que tucano detesta.
Flávio Aguiar

A fórmula tradicional do exorcismo se aplica a essa crendice grotesca de que “o que há de bom no governo Lula, o Serra vai continuar”.

Pois o que há de bom no governo Lula é o que tucano detesta: transferência de renda (imagine se fosse redistribuição!), política energética de longo prazo, diálogo ambiental, política social como definida como investimento e não como gasto público, ampliação do ensino superior, aumento real do salário mínimo (isso, então, dá urticária em tucano). E também política externa independente, é claro.

O ideal para o tucanato é algo como o governo Dutra de antigamente, que deixou o povão cinco anos sem um único reajuste sequer do salário mínimo. E que se alinhava com a “direita moderna” no plano internacional.

“Diz-me quem és, e te direi com quem vais andar”, diz uma adaptação adequada de outro tradicional ditado popular. Afinal, por exemplo, a oposição em peso votou contra a entrada da Venezuela no Mercosul, até mesmo contra a própria oposição venezuelana, cujo líder veio a Brasília implorar pela adesão. Já imaginaram um tucano da gema aplaudindo aproximação com Venezuela, Bolívia, Uruguai, Equador, etc.?

O sentimento tucanês é o de que existe um mundo “civilizado”, para o qual o Brasil deve voltar completamente o rosto e tudo o mais. Esse mundo “civilizado”, exemplar, é a parte “civilizada” da Europa, dos Estados Unidos e, quando muito, do Japão. Ideal político tucânico privilegia o que os diplomatas enunciam como o “circuito Elizabeth Arden”, formado por Londres, Paris, Roma e Washington. O resto? Imagine! África? Nem pensar. América Latina? Coisa de bugre! Ou então de caudilho hispano-hablante. Claro, para esse mundo tucanopensante, já há ou houve alguns indícios de civilização neste terceiro mundo, como nos bairros periféricos de Johannesburgo, habitados pelos herdeiros ou descendentes do apartheid, ou gente como Piñera, no Chile, Vargas Llosa no Peru, Uribe na Colômbia, Vicente Fox no México, e assim por diante.

O problema é conceitual e é bem antigo, mas agora se agravou. É claro que para esse mundo o problema central se deu no momento em que o presidente Geisel colocou Azeredo da Silveira nas Relações Exieriores, provocando a ascensão dos então chamados “barbudinhos” no Itamaraty. Havia de tudo entre os “barbudinhos”, até os que não usavam barba, mas eles eram, sobretudo, de uma geração diferente da que se alinhava automaticamente com a direita mundial nos tempos da Guerra Fria. Houve quem se alinhasse mais com a política de Sarney, ou de Fernando Henrique, e tinham todo o direito de faze-lo, assim como houve quem preferisse as inflexões que vieram à tona com o governo Lula, e também tinham todo o direito de faze-lo.

Acontece que o que era para ser uma inflexão tornou-se um estilo com vida própria, e fez o Brasil dar um salto no plano internacional. Como a imprensa mundial não liga muito para o que dizem os jornais reacionários do Brasil, para a maior parte da mídia internacional o Brasil é um sucesso social, econômico e político (e ela não poupa crítica a nossos problemas), sem falar no cultural.

Isso o espírito tucaneiro, contido em seu vulcão adormecido, não pode nem consegue engolir nem perdoar. Por isso, se o tucanês voltar a ser a linguagem do Planalto, a emenda vai ser pior do que o remendo. O governo Fernando Henrique vai parecer uma flor de independência, diante do que viria por aí, tal é a sanha de se “corrigir” os rumos do “populismo bonapartista” de Lula no exterior. E no interior do país também.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

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