Por outro lado, o
"Como
Mubarak se disse "orgulhoso" dos egípcios e "comprometido em cumprir minha responsabilidade de entregar (o poder) a quem for eleito em eleições livres (??) (previstas para setembro)".
Há dez dias, Mubarak - que governa o Egito há quase três décadas - havia anunciado que não concorreria à reeleição, em setembro, uma concessão que foi considerada insuficiente pela maioria dos opositores ao seu governo.
Possibilidade de golpe
Rumores de renúncia se somaram a boatos sobre um possível golpe de Estado, a ser perpetrado pelo Exército - maior força política do Egito e que vem se mantendo neutro ao longo dos 17 dias consecutivos de protestos antigoverno.
Há entre a população a percepção de que a possibilidade de golpe existe.
Em comunicado televisionado na tarde de quinta-feira, as Forças Armadas comunicaram que estão prontas para "responder às demandas legítimas do povo".
Milhares de pessoas vêm participando de protestos diários contra Mubarak desde o dia 25 de janeiro. Muitos manifestantes acampam à noite na Praça
BBC Brasil

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