São Paulo amanheceu hoje como se estivesse no Leste da Líbia.
Ruas esburacadas.
Lixo espalhado na calçada e encostado ao meio-fio.
Sinais de trânsito sem funcionar.
Transporte público lento e sobrecarregado.
Trânsito infernal (redundância, em São Paulo).
Na véspera, transbordaram as duas avenidas marginais à cidade (a única coisa de cimento e tijolo que ele produziu): elas são um desastre ambiental que a Blá Blá Blá Marina não denunciou.
Como o Cerra não construiu piscinões nem limpou o leito, os rios Pinheiros e Tietê transbordaram.
Desabaram casas.
Uma idosa morreu soterrada.
Uma mulher deu à luz num engarrafamento.
Apesar disso – e da carta que assinou, no papel timbrado da Folha, para prometer que cumpriria o mandato de prefeito até o fim -, apesar da falência da administração municipal e estadual, apesar disso tudo, o Conversa Afiada já tinha dito que “a prefeitura de São Paulo é o que sobra para o Cerra tentar”.

2 comentários:
Agora, será que ele vai ter coragem de enfrentar mais essa?!! Ou então: haverá quem tenha a coragem de recolocá-lo na prefeitura da " Chuíça"?? Paulistanos de toda a capital parem com Ilso, deixem dilso!!!! Enterrem esses tucanos antes que eles acabem com todos vocês!! Jeovane
Desconfio que nós paulistas votamos mal (me inclua fora desta ), parecemos mulher de malandro que é explorada , tem seus trecos vendidos pelo amante e ainda sim voltamos a seus braços .Que Deus nos defenda de ter este desastre novamente a frente da intendência de São paulo de Piratyninga .
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