sábado, 16 de abril de 2011

Estadão calunia Nassif e TV Brasil

Dou-lhe uma, dou-lhe duas... 
Crônicas do Motta

O Estadão publica matéria em que "denuncia" a contratação, "sem licitação" do jornalista "blogueiro" Luis Nassif pela TV Brasil. Expõe os valores do contrato, dá a entender que a contratação foi apenas por Nassif ser "dono de um blog pró-governo".

A TV Brasil é um dos alvos prediletos da "grande imprensa" brasileira, que não aceita o fato de o país ter uma televisão pública que se esforça para transmitir uma programação de nível cultural e artístico muito acima do das emissoras comerciais.

Impressionante como, tendo ainda audiência tão baixa, consiga incomodar tanta gente poderosa.

O mesmo se aplica a Nassif e outros blogueiros que não seguem a cartilha imposta à opinião pública pelos veículos de comunicação tradicionais.

Nassif, especialmente, já foi vítima de outros ataques de grandes corporações. E isso sem ser exatamente "pró-governo", como o tacha o Estadão - seu blog ganhou o respeito de muita gente porque é pluralista, aceita e divulga ideias muitas vezes contraditórias, algo que nem o Estadão ou seus "concorrentes" se dignam a fazer.

No ano passado, o Estadão desferiu petardo semelhante contra Nassif, também por ter sido contratado para exibir uma série de programas na mesma TV Brasil.

Ora, é mais que evidente que os ataques têm como objetivo abalar a reputação tanto de Nassif quanto da TV Brasil, pois não existe escândalo nenhum em se contratar, estritamente sob as normas legais, um excelente profissional, dando a ele uma remuneração correspondente ao seu currículo e à sua importância em sua área de trabalho.

É assim em todo o mundo. A Globo contrata quem acha que é melhor para seus programas, a Record faz o mesmo, o SBT, idem, e assim por diante.

O Estadão presume que, por ser uma empresa pública, a TV Brasil é obrigada a fazer uma licitação para contratar alguém como Nassif. E com que critérios isso poderia ser feito? Quem se dispusesse a trabalhar pelo salário mais baixo levaria o prêmio? Ou quem fosse mais alto, ou mais loiro, ou mais magro, ou mais gordo, ou então quem se saísse melhor numa prova de conhecimentos?

Ora, tenha paciência!

O Estadão, que tanto zelo mostra pelo dinheiro público, deveria, pela lógica, fazer o mesmo pelas suas finanças e adotar o mesmo critério que advoga para a TV Brasil. Da próxima fez que fosse contratar um diretor de redação poderia, por exemplo, licitar o cargo.

Garanto que uma fila enorme de interessados iria aparecer, se dispondo a fazer pela empresa muito mais que o cargo exige. E por um salário bem pequenininho.

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1 comentários:

Ivan disse...

Quasqhuasqhuasqquasqhuahuahua!!!! E tem gente que paga prá ler uma bosta de um jornal como este, Udenistas sempre udenistas estes Mesquitas, apesar de não mandarem mais nesta merda de jornal deixaram o DNA LACERDISTA LÁ. Partiram para a comédia...
LICITAÇÃO:

... Que o jornalista seja altamente entendido de economia, que seja moreno, que tenha trabalhado como comentarista econômico, que tenha ascedência árabe, que não seja cooptado pelo PIG, que não cobre pelos serviços prestados 1 milhão de reais por mes, como os malas dos gugus, ratinhos, faustinho e o ex humorista gordoidão Jô. Pronto o Nassif ganhou a tal "licitação" Ow otários do ESTRAGÃO.

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