O caso é mais grave do que a princípio analisamos. O que acontece hoje em dia nas empresas de mídia mais ricas do país, sobretudo no eixo São Paulo - Rio de Janeiro - Minas Gerais, é a unificação do pensamento e discurso. Devemos olhar o todo do problema. O fato de termos hoje uma ferramenta como a internet, que torna obsoleto e cada vez mais opinativo o jornal impresso, não nos dá muita vantagem com relação ao inimigo, pois ele também atua em nosso campo. Ou seja, em campo neutro brigar com o mais forte é batalha quase inglória, mas somos raçudos. O diferencial dos grupos midiáticos de maior orçamento é como o comprometimento político se dá na prática e as facilidades que encontram para penetrar em meios onde os "blogueiros independentes" ainda encontram resistência, quando não são ainda desconhecidos. A relação carnal estabelecida na tríade mercado-mídia-educação produz ouvidos e olhos propensos a corroborar com a opinião das empresas e ao mesmo tempo conferir o status de "alternativo" ou até mesmo "clandestino" aos blogueiros independentes, como se houvesse os "oficiais", representados pelas tais empresas. No que diz respeito às políticas de Governo, falar de regulamentação sem falar de educação é o mesmo que ganharmos um vale-xarope para gargarejo para falarmos para uma platéia que não recebe o vale-cotonete
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O caso é mais grave do que a princípio analisamos. O que acontece hoje em dia nas empresas de mídia mais ricas do país, sobretudo no eixo São Paulo - Rio de Janeiro - Minas Gerais, é a unificação do pensamento e discurso. Devemos olhar o todo do problema. O fato de termos hoje uma ferramenta como a internet, que torna obsoleto e cada vez mais opinativo o jornal impresso, não nos dá muita vantagem com relação ao inimigo, pois ele também atua em nosso campo. Ou seja, em campo neutro brigar com o mais forte é batalha quase inglória, mas somos raçudos. O diferencial dos grupos midiáticos de maior orçamento é como o comprometimento político se dá na prática e as facilidades que encontram para penetrar em meios onde os "blogueiros independentes" ainda encontram resistência, quando não são ainda desconhecidos. A relação carnal estabelecida na tríade mercado-mídia-educação produz ouvidos e olhos propensos a corroborar com a opinião das empresas e ao mesmo tempo conferir o status de "alternativo" ou até mesmo "clandestino" aos blogueiros independentes, como se houvesse os "oficiais", representados pelas tais empresas.
No que diz respeito às políticas de Governo, falar de regulamentação sem falar de educação é o mesmo que ganharmos um vale-xarope para gargarejo para falarmos para uma platéia que não recebe o vale-cotonete
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