Eugênia Gonzaga, procuradora da República, afirma que apesar de não haver nenhuma representação no Ministério Público Federal contra as empresas que financiaram a repressão e a tortura a ativistas de esquerda durante a ditadura militar, há instrumentos legais para que possam ser responsabilizadas por seus atos. O jornal Folha de São Paulo, a Rede Globo, os grupos Pão de Açucar, Ultra e as empreiteiras Camargo Correia e Andrade Gutierrez são algumas das empresas que financiaram a ditadura militar.
3 comentários:
As coisas por aqui parecem ser diferentes do que ocorreu na Argentina, Chile, Uruguai,... ao menos no âmbito da Justiça. O nosso ordenamento jurídico é o mesmo. Reside no velho legado romano e napoleônico. Quando é que eles se valerão dos instrumentos desse direito Positivo, para abrir mais frentes de investigação. É algo nojento, ver na Tv, a cara do Jarbas Passarinho e do Curió. Isso até agora, já pensou o Maluf dando um depoimento a favor desses assassinos?!!
Sabem quendo haverá punição, no dia do seu Nunca, a Justiça tem um medo da miídia como o diabo tem da cruz, bom ai o diabo é a Justiça.
Docunentário espetacular sobre a ditadura "O dia que durou 21 anos"
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