Sobre a nota “Filho de Kadafi garfou nossa grana no Brasil”, publicada no dia 1º de setembro no blog Poder, Política e Bastidores, de Cláudio Humberto, a Petrobras esclarece que:
O custo total da exposição “O Deserto Não é Silente” era de US$ 1 milhão de dólares. A Petrobras co-patrocinou o projeto, com recursos no valor de R$ 91.000,00 (noventa e um mil reais), o equivalente a US$ 50.000,00 em 2010. A exposição foi realizada no Museu Afro Brasil, em São Paulo, entre os dias 8 de março e 18 de abril de 2010, com grande visibilidade para a marca na maior capital do país.
A exposição contou também com o patrocínio da empresa Odebrecht e teve apoio da Secretaria de Cultura de São Paulo. O contrato foi firmado entre a Petrobras e a Associação Museu Afro Brasil, proponente do projeto e responsável pela parceria com a Gaddafi International Charity and Development Foundation.
A exposição apresentou 51 telas de artistas plásticos contemporâneos líbios, entre eles, Saif El Islam Gaddafi, Fawzi Omar e Salah Shagroun, e 28 peças arqueológicas romanas e gregas de sítios arqueológicos da Líbia, herança do império Romano no local. As obras faziam parte do acervo da Gaddafi International Charity and Development Foundation e já foi montada em Paris, Berlim, Londres, Roma, Milão, Genebra, Viena, Madrid, Tóquio e Montreal.
0 comentários:
Postar um comentário