Standard & Poor's eleva classificação de risco do Brasil para BBB
País continua no grupo de nações consideradas mais seguras para investir
A Standard & Poor's Ratings Services informou nesta quinta-feira que elevou a classificação de risco soberano de longo prazo do Brasil de BBB- para BBB. O risco de longo prazo da moeda também melhorou, passando de BBB+ para A. A agência também reafirmou os ratings de curto prazo para país de A-3 para moeda estrangeira e A-2 para a moeda local. A perspectiva do país é estável.
Neste nível, o Brasil mantém o chamado "grau de investimento", conquistado em abril de 2008, quando a nota de crédito para moeda estrangeira subiu de BB+ para BBB- com perspectiva estável. Com esta nova nota, o país entrou no grupo de nações consideradas mais seguras para investir, com pouca probabilidade de inadimplência. Isso significa que o Brasil passa a ser visto como de baixo risco para aplicações financeiras de estrangeiros.
Compromisso fiscal
Segundo a Standard and Poor´s, em comentário sobre a elevação da nota brasileira nesta quinta-feira, a administração da presidenta Dilma Rousseff demonstrou seu compromisso com metas fiscais, alargando o escopo para usar os instrumentos de política monetária para influenciar a economia doméstica.
"Esperamos que o governo busque políticas monetária e fiscal cautelosas, combinadas com o resiliente crescimento econômico do país, possa moderar o impacto de choques externos potenciais e sustentar boas perspectivas paaa o crescimento de longo prazo", disse a agência em comunicado.
Classificação de risco
A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores estrangeiros na hora de decidir em que país irão colocar suas aplicações. Ela reflete o risco que um país tem de não honrar o pagamento de seus títulos. Quanto melhor é a avaliação, menor é o risco e, portanto, maior é a capacidade do país de atrair investimentos.
A partir de um determinado patamar de classificação de risco o país é considerado "grau de investimento". Ou seja, o risco de calote é muito baixo. Muitos fundos de investimento estrangeiro direcionam recursos apenas para países que têm esta classificação. Parte deles é mais exigente, aplicando apenas em países que são considerados "grau de investimento" por ao menos duas das três grandes agências.
(Com agências)
3 comentários:
Caro esquerdopata, ao entrar no email : www.movimentogotadagua.com.br, de cara com artistas da Globo fazendo campanha contra a construção da Hidreletrica de Belmonte, falam com se entendessem muito do assunto, é de dar nojo a que ponto chegaram os funcionários da Globo. Eles não tem noção de nada, a unica coisa que podem falar é de sua própria profissão e olhe lá, sabe da vontade de falar um monte para eles artistas de novelas da Globo, mas não vou me rebaixar ao nivel desse tipo de pessoas.
Se bem que essas classificações de risco... tão valendo nada. Ainda temos risco maior que a Italia e Portugal... que ja ja tarão no buraco... alias os BRICS são pior avaliados que os piigs.
Quem precisa ser qualificada é essa e outras "agencias de risco"...
Por exemplo, a Itália tá caindo pelas tabelas, com dividas enormes, sem a menor perspectiva de poder saldar seus compromissos, e está dois pontos acima do Brasil.
Explique isso...
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